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Rap de Drik Barbosa e Rael invade o bosque do Sesc Thermas em novembro
Em turnês de lançamento dos novos álbuns, artistas agitam a noite de sexta (22); ingressos começam a ser vendidos nesta semana.

Publicado em 01/11/2019
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Rap

 

Palco Verde do Sesc Thermas de Presidente Prudente é envolvido pelas narrativas de resistência e representatividade presentes nas letras dos rappers Drik Barbosa e Rael, que se apresentam sexta-feira (22/11), no Bosque da unidade. Os ingressos começam a ser vendidos na terça (5), através do site sescsp.org.br/prudente, e quarta (6), nas bilheterias das unidades Sesc, nos valores R$ 12 (credencial plena), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira).

Nascido e criado no Jardim Iporanga, Zona Sul de São Paulo, Israel Feliciano, o Rael, teve seu primeiro contato com o rap ainda na infância, no Largo de São Bento, considerado o berço da cultura hip hop na capital paulista.

Seja pelas batalhas de break e pelos beats que ganhavam forma, ou pelo trabalho dos DJs e grafiteiros imersos na arte, é que o pequeno despertou seu interesse pela música, fomentado com os versos de Racionais MC’s que, com seu disco de estreia Raio X Brasil (1993), alertou o garoto de 11 anos sobre o racismo existente na sociedade.

Embora arriscando, vez ou outra, covers e rimas, sua carreira artística se consolidou em 2000, quando, ao lado de Apolo, Massao, Paulo Msário e o DJ Kiko, criou o grupo Pentágono, que se manteve na ativa durante 13 anos.

Ainda em 2010, lançou seu primeiro trabalho solo ‘MP3 – Música Popular do Terceiro Mundo’ e dois anos depois, o ‘Ainda Bem Que Eu Segui As Batidas Do Meu Coração’ (2012), o primeiro pelo selo Laboratório Fantasma, produzido pelo duo norte-americano Beatnick & K- Salaam. 

Foi com o EP ‘Diversoficando’ (2014), contudo, que Rael explodiu de forma nacional. Parte do sucesso se deu pelo single “Envolvidão”, cujo videoclipe soma mais de 90 milhões de views. Nesse cenário, o rapper coleciona shows nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Oceania, e dividiu palco com nomes como Caetano Veloso, Elza Soares, Seu Jorge e Jair Rodrigues.

Em 2016, lançou ‘Coisas do Meu Imaginário’, com produção de Daniel Ganjaman e participações de Chico César, Ogi e Black Alien. O álbum rendeu a Rael presença nas principais listas de melhores do ano, além do Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantor. Em 2017 e 2019, se apresentou no Rock in Rio. Agora, está na turnê de lançamento do seu terceiro álbum de estúdio, ‘Capim Cidreira’, e se apresenta no Sesc Thermas.

Sobre o ‘Capim Cidreira’

Com folhas estreitas, compridas e quase sem caule, capim cidreira é uma erva medicinal com propriedades calmantes e aroma agradável, e que agora também dá nome ao novo trabalho de Rael, lançado em setembro deste ano.

Neste álbum, o artista paulista partiu da experiência pessoal de um período depressivo para construir um repertório leve, dançante e de boas energias. “Eu precisei ter pensamentos que não conseguia brecar para entender a importância de falar em amor próprio”, diz Rael. O assunto se traduz, mais diretamente, na faixa “Sempre”. “É importante falar sobre isso, até mesmo para desmistificar. Acredito que as palavras têm poder de cura”, afirma o rapper.

Com produção do próprio Rael, ‘Capim Cidreira’ marca uma mudança em seu processo criativo – ele concebe a obra do começo ao fim, pensando na parte instrumental e na estrutura, para depois compor a letra em cima do que foi criado. Recentes visitas a três países da África – Angola, Zimbábue e Tanzânia – o aproximaram de referências locais, o que também contribuiu para a identidade do álbum.

O protagonismo feminino de Drik Barbosa

Os versos afiados de uma voz feminina chamaram atenção na música “Mandume”, lançada por Emicida em 2015. Tratava-se de Drik Barbosa, jovem rapper que desenvolveu as suas habilidades de freestyle na Batalha do Santa Cruz, berço do rap contemporâneo (dali, despontaram nomes como Rashid, Projota e o próprio Emicida).

Representante da rima e rap contemporâneos, fundidos a elementos do pop, a paulistana, que compunha desde os 14 anos, leva a mensagem de resistência feminina adiante, sobretudo, no contexto afro-brasileiro.

Voz conhecida por colaborações nas faixas de Flow MC, Amiri, Marcello Gugu, Projota e DJ Caique, Drik (pronuncia-se Drika) participou em 2013, ao lado de Emicida, da trilha do filme “O Menino e o Mundo”, um longa-metragem de animação feita por Alê Abreu. Também registra participação em uma das faixas do projeto musical Poetisas no Topo, da PineappleStormTV, ao lado das rappers Mariana Mello, Nabrisa, Karol de Souza, Azzy, Souto e Bivolt, em 2017.

Ao lançar, em 2018, o EP ‘Espelho’ é que a cantora e compositora deu o passo mais sólido da sua carreira. Transitando entre o rap e o R&B, influenciado pelas referências nacionais e internacionais Nina Simone, Missy Eliot, Beyonce, Karol Conka, Iza, Tássia Reis, dentre outras, Drik pôde delinear melhor a sua personalidade e também mostrar sua potência no palco.

Com direção musical assinada por Grou, o trabalho de quatro faixas saiu pelo Laboratório Fantasma e lista as participações especiais de Rincon Sapiência e Stefanie Roberta. Seu primeiro álbum, homônimo, foi lançado em outubro deste ano e revela uma sonoridade urbana, afro-brasileira e contemporânea.

O álbum de estreia

“Nomes que ouvi/Por não acatar, me rebelar/Mulheres são lindas e livres”, é a mensagem de “Liberdade”, segunda das onze faixas do álbum ‘Drik Barbosa’ (2019), em que ela compartilha os vocais com Luedji Luna e a rapper inglesa R.A.E.

Em seu trabalho inédito, a cantora canta suas lembranças e as vivências de uma mulher negra no Brasil, na tentativa de dar voz às protagonistas destas narrativas. O primeiro indicativo de sucesso do disco foi o lançamento do single “Quem Tem Joga”, no qual Drik caiu em um funk ao lado das cantoras Karol Conka e Gloria Groove, chegando aos 3 milhões de visualizações.

O disco, que também contém participações de Emicida e Rael, soa pop e mantém o discurso afiado, sem deixar de fazer reverência ao rap, levando o gênero em que se destacou para além do seu próprio meio.

Ingressos

O show de Drik Barbosa começa às 20h do dia 22 de novembro, enquanto Rael sobe ao palco às 21h30. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 14h desta terça (5) pelo sescsp.org.br/prudente e nas bilheterias das unidades Sesc a partir das 17h30 da quarta (6), nos valores R$ 12 (credencial plena), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira), limitados a dois por pessoa. Menores de 16 anos devem estar acompanhados do responsável legal, com documentação oficial de ambos. Os portões abrem às 19h.

SERVIÇO

O Sesc Thermas fica na Rua Alberto Peters, 111, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente. O telefone para mais informações é o (18) 3226-0400 e a programação completa da unidade está disponível em sescsp.org.br/prudente.

Palco Verde

Show – Drik Barbosa

Dia 22, sexta, às 20h.

No Bosque.

Classificação etária: 16 anos.

 

Show – Rael

Dia 22, sexta, às 21h30.

No Bosque.

Classificação etária: 16 anos.

 

A entrada de menores de 16 anos é permitida apenas se acompanhados de um responsável legal, com apresentação de documentos de ambos.

Valores dos Ingressos:

R$ 12 (Credencial Plena)

R$ 20 (Meia-entrada)

R$ 40 (Inteira)

Ingressos limitados a 2 (dois) por pessoa.

À venda pelo sescsp.org.br/prudente a partir das 14h do dia 5/11 (terça) e nas unidades Sesc a partir das 17h30 do dia 6/11 (quarta).

 


Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Thermas Presidente Prudente

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